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CONVIVENDO COM AS DIFERENÇAS!!!

DOIS COELHINHOS DIFERENTES
Fabiana Machado
Num lugar distante, bem longe daqui, viviam dois coelhinhos um pouco diferentes dos demais.
O primeiro coelhinho tinha patas muito grandes e sentia muita raiva por elas serem assim, pois os outros coelhinhos viviam implicando com ele:
— Nooooossa, que patas enormes! Há, há, há!
O segundo coelhinho tinha orelhas muito pequenas e sentia muita raiva por elas serem assim, pois os outros coelhos sempre implicavam com ele:
— Nooooossa, que orelhinhas pequenininhas!!! Há, há, há!
Na aldeia em que eles moravam havia também muitos gatinhos. Uns maiores, outros menores, e de todas as cores!
Só que na família dos gatinhos todos podiam ter patas menores ou patas maiores. Também podiam ser mais peludos ou menos peludos. Não sentiam raiva, pois ninguém se incomodava com isso e ninguém falava nada.
Mas na família dos coelhinhos não era assim. Todos os dias, alguém fazia troça com eles:
— Lá vai o patudo!
— Lá vai o orelhinha!
O coelhinho de pé grande e o coelhinho de orelha pequena ficaram amigos e andavam sempre juntos, bem longe dos outros coelhos.
Um dia, a vovó gatinha percebeu que eles andavam sempre sozinhos e os convidou para morar com ela e seus netinhos. Os coelhinhos, muito felizes, aceitaram.
Com a nova família, eles não foram mais discriminados, e até aproveitaram as diferenças para ajudar os novos irmãozinhos.
O coelhinho de pés grandes carregava vários gatinhos de uma só vez nos seus pés, e o coelhinho de orelhas pequenas ouvia melhor que os outros, além de ser mais veloz. Assim, quando um gatinho estava em apuros, ele era sempre o primeiro a chegar para socorrê-lo.
Então, as famílias dos dois coelhinhos sentiram muita saudade deles, e entenderam que haviam errado, caçoando da aparência dos dois sem perceber que, apesar das diferenças, eles eram coelhinhos, como todos os outros.
Pediram desculpas e chamaram os coelhinhos de volta para suas casas. Mas eles gostavam tanto dos gatinhos que não conseguiam mais se separar. Eram como irmãos!
Então, vovó gatinha teve uma grande idéia: os coelhinhos ficavam cada mês na casa de uma família: ora com os gatinhos, ora com os coelhinhos, e assim viveram muito felizes, por muuuuuuuuuuuito tempo!
fonte: Marta Bernardes / PROFESSORES SOLIDÁRIOS.


DOIS COELHINHOS DIFERENTES
Fabiana Machado
Num lugar distante, bem longe daqui, viviam dois coelhinhos um pouco diferentes dos demais.
O primeiro coelhinho tinha patas muito grandes e sentia muita raiva por elas serem assim, pois os outros coelhinhos viviam implicando com ele:
— Nooooossa, que patas enormes! Há, há, há!
O segundo coelhinho tinha orelhas muito pequenas e sentia muita raiva por elas serem assim, pois os outros coelhos sempre implicavam com ele:
— Nooooossa, que orelhinhas pequenininhas!!! Há, há, há!
Na aldeia em que eles moravam havia também muitos gatinhos. Uns maiores, outros menores, e de todas as cores!
Só que na família dos gatinhos todos podiam ter patas menores ou patas maiores. Também podiam ser mais peludos ou menos peludos. Não sentiam raiva, pois ninguém se incomodava com isso e ninguém falava nada.
Mas na família dos coelhinhos não era assim. Todos os dias, alguém fazia troça com eles:
— Lá vai o patudo!
— Lá vai o orelhinha!
O coelhinho de pé grande e o coelhinho de orelha pequena ficaram amigos e andavam sempre juntos, bem longe dos outros coelhos.
Um dia, a vovó gatinha percebeu que eles andavam sempre sozinhos e os convidou para morar com ela e seus netinhos. Os coelhinhos, muito felizes, aceitaram.
Com a nova família, eles não foram mais discriminados, e até aproveitaram as diferenças para ajudar os novos irmãozinhos.
O coelhinho de pés grandes carregava vários gatinhos de uma só vez nos seus pés, e o coelhinho de orelhas pequenas ouvia melhor que os outros, além de ser mais veloz. Assim, quando um gatinho estava em apuros, ele era sempre o primeiro a chegar para socorrê-lo.
Então, as famílias dos dois coelhinhos sentiram muita saudade deles, e entenderam que haviam errado, caçoando da aparência dos dois sem perceber que, apesar das diferenças, eles eram coelhinhos, como todos os outros.
Pediram desculpas e chamaram os coelhinhos de volta para suas casas. Mas eles gostavam tanto dos gatinhos que não conseguiam mais se separar. Eram como irmãos!
Então, vovó gatinha teve uma grande idéia: os coelhinhos ficavam cada mês na casa de uma família: ora com os gatinhos, ora com os coelhinhos, e assim viveram muito felizes, por muuuuuuuuuuuito tempo!
fonte: Marta Bernardes / PROFESSORES SOLIDÁRIOS.



22 de Janeiro - Conhecer a hora de esperar e de agir é sabedoria que vale a pena pedir a Deus.

22 de Janeiro
Espera ativa
Leitura Bíblica:
Lucas 2.25-35
(Todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus (Rm 8.14).



Sabemos pouco sobre Simeão, de quem lemos hoje - na verdade, apenas aquilo que está escrito aí. Essas informações, porém, são suficientes para desenhar um perfil muito instrutivo dele. Dois dos seus aspectos eram bem comuns: pertencia ao povo de Israel, como quase todos naquele lugar, e esperava a "consolação" de Israel, ou seja, a restauração da nação, naquela época oprimida pelo Império Romano. O fato de ter sido justo e piedoso já não é assim tão óbvio: justiça e piedade podem ser muito bem fingidas. Existiam (e existem até hoje) grandes especialistas nessa arte. No caso de Simeão, porém, eram qualidades autênticas, porque lemos que o Espírito Santo estava sobre ele. De acordo com o versículo em destaque, isso demonstra que ele era filho de Deus.
Não sabemos como Simeão levava a vida. O texto não diz, mas sugere que ele já era idoso - ele não morreria antes de ver o Cristo do Senhor e, após tomar o pequeno Jesus nos braços, afirma que agora poderia partir em paz. Sua carreira estava completa. É fácil imaginar que uma pessoa assim não fizesse mais nada - era velho e esperava. Talvez passasse o dia cochilando. Entretanto, fica claro que não era assim. De qualquer forma, ele estava bem atento aos recados que deus teria para ele por meio do seu Espírito - e quando este se manifestou, Simeão não perdeu tempo. Tratou de atender ao aviso que recebeu e foi ao templo - o lugar lógico para encontrar alguém que Deus tivesse enviado - e lá encontrou o que esperava há tanto tempo.
Outros também esperavam a restauração de Israel: havia os zelotes, que tentavam resolver a questão pela violência, e aqueles que se acomodavam e tratavam de tirar da situação o proveito possível. De Simeão quero aprender a me manter ao mesmo tempo paciente na espera e alerta para as instruções de Deus - e então agir sem demora. - RK.



22 de Janeiro
Espera ativa
Leitura Bíblica:
Lucas 2.25-35
(Todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus (Rm 8.14).



Sabemos pouco sobre Simeão, de quem lemos hoje - na verdade, apenas aquilo que está escrito aí. Essas informações, porém, são suficientes para desenhar um perfil muito instrutivo dele. Dois dos seus aspectos eram bem comuns: pertencia ao povo de Israel, como quase todos naquele lugar, e esperava a "consolação" de Israel, ou seja, a restauração da nação, naquela época oprimida pelo Império Romano. O fato de ter sido justo e piedoso já não é assim tão óbvio: justiça e piedade podem ser muito bem fingidas. Existiam (e existem até hoje) grandes especialistas nessa arte. No caso de Simeão, porém, eram qualidades autênticas, porque lemos que o Espírito Santo estava sobre ele. De acordo com o versículo em destaque, isso demonstra que ele era filho de Deus.
Não sabemos como Simeão levava a vida. O texto não diz, mas sugere que ele já era idoso - ele não morreria antes de ver o Cristo do Senhor e, após tomar o pequeno Jesus nos braços, afirma que agora poderia partir em paz. Sua carreira estava completa. É fácil imaginar que uma pessoa assim não fizesse mais nada - era velho e esperava. Talvez passasse o dia cochilando. Entretanto, fica claro que não era assim. De qualquer forma, ele estava bem atento aos recados que deus teria para ele por meio do seu Espírito - e quando este se manifestou, Simeão não perdeu tempo. Tratou de atender ao aviso que recebeu e foi ao templo - o lugar lógico para encontrar alguém que Deus tivesse enviado - e lá encontrou o que esperava há tanto tempo.
Outros também esperavam a restauração de Israel: havia os zelotes, que tentavam resolver a questão pela violência, e aqueles que se acomodavam e tratavam de tirar da situação o proveito possível. De Simeão quero aprender a me manter ao mesmo tempo paciente na espera e alerta para as instruções de Deus - e então agir sem demora. - RK.




TEXTO PARA REFLETIR E POR EM PRÁTICA - O VALOR DOS PAIS.


Recebi esse belíssimo texto que me emocionou... Um texto maravilhoso que pode ser trabalhado em sala de aula e enviado aos pais. Espero que gostem. Joelma Couto.
Pra refletir e por em prática!!!!!!!!



O valor dos pais

Um jovem de nível acadêmico excelente, candidatou-se à posição de
gerente de uma grande empresa.

Passou a primeira entrevista e o diretor fez a última, tomando a
última decisão.

O diretor descobriu, através do currículo, que as suas realizações
acadêmicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário
até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse
pontuado com nota máxima.

O diretor perguntou, "Tiveste alguma bolsa na escola?"

O jovem respondeu, "nenhuma".

O diretor perguntou, "Foi seu pai quem pagou as suas mensalidades ?" o
jovem respondeu, "O meu pai faleceu quando eu tinha apenas um ano, foi
a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades."

O diretor perguntou, "Onde trabalha a sua mãe?" - e o jovem
respondeu: "A minha mãe lava roupa."

O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem
mostrou um par de mãos macias e perfeitas.

O diretor perguntou, "Alguma vez ajudou sua mãe lavar as roupas?" - o
jovem respondeu: "Nunca,  a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse
mais livros. Além
disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu."

O diretor disse, "Eu tenho um pedido. Hoje, quando voltar, vá e limpe
as mãos da sua mãe e depois venha ver-me amanhã de manhã."

O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando
chegou em casa, pediu, feliz, à mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A
mãe achou estranho,
estava feliz, mas com um misto de sentimentos e mostrou as suas mãos ao
filho.

O jovem limpou lentamente as mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe
enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe
estavam muito enrugadas e havia demasiadas contusões nas suas mãos.
Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando limpava com
água.

Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que
lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades. As
contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua
graduação, excelência acadêmica e o seu futuro.
Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou
as restantes roupas pela sua mãe.

Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo.

Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor.

O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou,
"Diz-me, o que fez e que aprendeu ontem em sua casa?"

O jovem respondeu, "Eu limpei as mãos da minha mãe e ainda acabei de
lavar as roupas que sobraram."

O diretor pediu, "Por favor, diz-me o que sente?."

O jovem disse "Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem a minha
mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. Segundo, ao trabalhar e
ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e dureza  que é ter algo
pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e
valor de uma relação familiar."

O diretor disse, "Isto é o que eu procuro para um gerente. Eu quero
recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que
conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas e uma
pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida.
Está contratado."

Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos
seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e
como equipe. O desempenho da empresa melhorou tremendamente.

Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis se
desenvolverá mentalmente e sempre se colocará em primeiro.
Ignorarará os esforços dos seus pais e quando começar a trabalhar,
assumirá que todas as pessoas o devem ouvir e quando se tornar
gerente, nunca saberá o sofrimento dos seus empregados e sempre
culpará os outros. Para este tipo de pessoas, que podem ser boas
academicamente, podem ser bem sucedidas por um tempo, mas
eventualmente não sentirão a sensação de objetivo atingido. Irão
resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais.

Se somos esse tipo de pais, estamos realmente a mostrar amor ou
estamos a destruir o nosso filho?

Pode-se deixar seu filho viver numa grande casa, comer boas
refeições, aprender piano e ver televisão num grande TV em plasma.
Mas quando cortar a grama, por favor, deixe-o experienciar isso.
Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus
irmãos e irmãs. Deixe-o guardar seus brinquedos e arrumar sua
própria cama. Isto não é porque não tem dinheiro para contratar
uma empregada, mas porque o quer é amar e ensinar como deve de ser.
Quer que ele entenda que não interessa o quão ricos os seus pais
são, pois um dia ele irá envelhecer, tal como a mãe daquele jovem.


A coisa mais importante que os seus filhos devem entender é a
apreciar o esforço e experiência da dificuldade e aprendizagem da
habilidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.

Quais são as pessoas que ficaram com mãos enrugadas por mim?

O valor de nossos pais ...

Um dos mais bonitos textos sobre educação familiar que já li.
Leitura obrigatória para nós pais e, principalmente, para os filhos.


(Desconheço o autor)

Recebi esse belíssimo texto que me emocionou... Um texto maravilhoso que pode ser trabalhado em sala de aula e enviado aos pais. Espero que gostem. Joelma Couto.
Pra refletir e por em prática!!!!!!!!



O valor dos pais

Um jovem de nível acadêmico excelente, candidatou-se à posição de
gerente de uma grande empresa.

Passou a primeira entrevista e o diretor fez a última, tomando a
última decisão.

O diretor descobriu, através do currículo, que as suas realizações
acadêmicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário
até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse
pontuado com nota máxima.

O diretor perguntou, "Tiveste alguma bolsa na escola?"

O jovem respondeu, "nenhuma".

O diretor perguntou, "Foi seu pai quem pagou as suas mensalidades ?" o
jovem respondeu, "O meu pai faleceu quando eu tinha apenas um ano, foi
a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades."

O diretor perguntou, "Onde trabalha a sua mãe?" - e o jovem
respondeu: "A minha mãe lava roupa."

O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem
mostrou um par de mãos macias e perfeitas.

O diretor perguntou, "Alguma vez ajudou sua mãe lavar as roupas?" - o
jovem respondeu: "Nunca,  a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse
mais livros. Além
disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu."

O diretor disse, "Eu tenho um pedido. Hoje, quando voltar, vá e limpe
as mãos da sua mãe e depois venha ver-me amanhã de manhã."

O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando
chegou em casa, pediu, feliz, à mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A
mãe achou estranho,
estava feliz, mas com um misto de sentimentos e mostrou as suas mãos ao
filho.

O jovem limpou lentamente as mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe
enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe
estavam muito enrugadas e havia demasiadas contusões nas suas mãos.
Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando limpava com
água.

Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que
lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades. As
contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua
graduação, excelência acadêmica e o seu futuro.
Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou
as restantes roupas pela sua mãe.

Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo.

Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor.

O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou,
"Diz-me, o que fez e que aprendeu ontem em sua casa?"

O jovem respondeu, "Eu limpei as mãos da minha mãe e ainda acabei de
lavar as roupas que sobraram."

O diretor pediu, "Por favor, diz-me o que sente?."

O jovem disse "Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem a minha
mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. Segundo, ao trabalhar e
ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e dureza  que é ter algo
pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e
valor de uma relação familiar."

O diretor disse, "Isto é o que eu procuro para um gerente. Eu quero
recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que
conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas e uma
pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida.
Está contratado."

Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos
seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e
como equipe. O desempenho da empresa melhorou tremendamente.

Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis se
desenvolverá mentalmente e sempre se colocará em primeiro.
Ignorarará os esforços dos seus pais e quando começar a trabalhar,
assumirá que todas as pessoas o devem ouvir e quando se tornar
gerente, nunca saberá o sofrimento dos seus empregados e sempre
culpará os outros. Para este tipo de pessoas, que podem ser boas
academicamente, podem ser bem sucedidas por um tempo, mas
eventualmente não sentirão a sensação de objetivo atingido. Irão
resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais.

Se somos esse tipo de pais, estamos realmente a mostrar amor ou
estamos a destruir o nosso filho?

Pode-se deixar seu filho viver numa grande casa, comer boas
refeições, aprender piano e ver televisão num grande TV em plasma.
Mas quando cortar a grama, por favor, deixe-o experienciar isso.
Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus
irmãos e irmãs. Deixe-o guardar seus brinquedos e arrumar sua
própria cama. Isto não é porque não tem dinheiro para contratar
uma empregada, mas porque o quer é amar e ensinar como deve de ser.
Quer que ele entenda que não interessa o quão ricos os seus pais
são, pois um dia ele irá envelhecer, tal como a mãe daquele jovem.


A coisa mais importante que os seus filhos devem entender é a
apreciar o esforço e experiência da dificuldade e aprendizagem da
habilidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.

Quais são as pessoas que ficaram com mãos enrugadas por mim?

O valor de nossos pais ...

Um dos mais bonitos textos sobre educação familiar que já li.
Leitura obrigatória para nós pais e, principalmente, para os filhos.


(Desconheço o autor)